Welfare State: tendências internacionais, caminhos para o Brasil

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V.1, N.4, Agosto de 2014

Eduardo Fagnani*

O desenvolvimento dos regimes de Welfare State ganhou impulso entre 1945 e 1975. Políticas econômicas visando ao pleno emprego e instituições do Estado de Bem-estar Social passaram a ser aceitas como instrumentos para lidar com disfunções do mercado.

Todavia, após meados da década de 1970 o neoliberalismo emergiu como paradigma hegemônico e antagônico. Mesmo assim, diversos autores sustentam que esses regimes conseguiram resistir ao contexto hostil.

A crise financeira de 2008 recoloca uma nova etapa de tensões. Esses regimes conseguirão vencer esta nova fase de hostilidades? Como os diversos países estão enfrentando esse novo desafio? Quais estratégias de resistência estão sendo adotadas? Quais serão suas consequências para o caso brasileiro?

A presente edição da Revista Política Social e Desenvolvimento debate esses temas. Para isso, reuniu artigos de André Simões, Celia Lessa Kerstenetzky, Potyara A. P. Pereira e Sonia Miriam Draibe, membros da Plataforma Política Social.

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Boa Leitura!

*- Eduardo Fagnani é professor do Instituto de Economia da UNICAMP, pesquisador do CESIT e coordenador da rede Plataforma Política Social – Agenda para o Desenvolvimento.

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